
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Delegada itabunense é única mulher no curso Tático e Explosivo em Curitiba

sexta-feira, 8 de junho de 2007
O uso de preservativos reduzindo barreiras
Toda pessoa sexualmente ativa deve sempre usar preservativos, a não ser que tenha uma relação mutuamente monogâmica. Estima-se que 24 bilhões de preservativos deveriam ser usados a cada ano, mas o uso real é muito menor, de apenas 6 a 9 bilhões.
Para evitar a AIDS, mais e mais pessoas solteiras estão mudando seu comportamento sexual. Alguns passaram a evitar o sexo completamente, enquanto outros adotaram o uso de preservativos. Nos países pesquisados, de 5 a 33% dos homens que nunca se casaram disseram que começaram a usar preservativos para evitar a AIDS. Mas muitos outros não adotaram um comportamento sexual mais seguro. Verificou-se que o índice de uso de preservativos é menor entre casados do que entre solteiros sexualmente ativos, mas muitos casais também deveriam usar preservativos, como forma de planejamento familiar e para se protegerem contra as ISTs. (fonte: boa saude)
Mulher é espancada pelo marido em Itabuna
terça-feira, 5 de junho de 2007
Saúde Solidária

segunda-feira, 4 de junho de 2007
Caminhada marca dois anos

sexta-feira, 1 de junho de 2007
As mulheres e o tempo
quinta-feira, 31 de maio de 2007
SPM vai coordenar grupo de trabalho sobre reforma do sistema prisional feminino
Elaborar propostas para a reorganização e reformulação do sistema prisional feminino. Esse é o objetivo do grupo de trabalho interministerial, criado a partir de decreto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e que será coordenado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM)
O grupo será formado por 12 pessoas, sendo um integrante de cada um dos seguintes órgãos: SPM, Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Departamento Penitenciário Nacional (Ministério da Justiça); Secretaria Nacional Antidrogas e Secretaria Nacional de Juventude; e ministérios do Trabalho, da Saúde, da Educação, do Desenvolvimento Social, da Cultura e dos Esportes. “Estamos enviando ofício para os ministérios e secretarias, solicitando a indicação dos titulares e suplentes”, informou a advogada Ana Paula Gonçalves, da Ouvidoria da SPM. Leia mais clicando no titulo.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Governo anuncia medidas para o Planejamento Familiar
terça-feira, 29 de maio de 2007
Deam Móvel leva o serviço para mulheres dos bairros de,
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Meninas vendem sexo por R$ 10,00 à beira da estrada
A violência de gênero
A violência tem resultados devastadores para a saúde reprodutiva da mulher, além de afetar seu bem-estar físico e mental. Além das lesões físicas, a violência aumenta o risco, em longo prazo, de que a mulher tenha outros problemas de saúde, incluindo dores crônicas, incapacidade física, abuso de drogas e álcool, e depressão. As mulheres com histórico de agressão física ou sexual também correm maior risco de ter uma gravidez indesejada, de contrair uma infecção sexualmente transmitida e de sofrer um resultado adverso em sua gravidez. No entanto, as vítimas de violência que buscam atendimento de saúde têm necessidades que os profissionais de saúde não reconhecem, não investigam e não sabem como abordar.
A violência contra as mulheres adultas e jovens inclui a agressão física, sexual, psicológica e econômica. É conhecida como violência "de gênero" porque resulta, em parte, da condição subordinada que a mulher ainda tem na sociedade. Muitas culturas mantêm crenças, normas e instituições sociais que legitimam e, portanto, perpetuam a violência contra a mulher. Os mesmos atos que seriam punidos se perpetrados contra um empregador, vizinho ou conhecido, com freqüência permanecem impunes quando perpetrados contra as mulheres, especialmente dentro de uma mesma família.
Duas das formas mais comuns de violência contra a mulher é a agressão de seu parceiro íntimo masculino e a coerção ao sexo, seja na infância, adolescência ou idade adulta. A agressão do parceiro íntimo também conhecido como violência doméstica, maus-tratos ou espancamento da esposa é quase sempre acompanhado de agressão psicológica e, de um quarto a metade das vezes, também de sexo forçado. A maioria das mulheres que são agredidas por seus parceiros é violentada repetidamente. Na verdade, os relacionamentos abusivos desenvolvem-se geralmente em um ambiente permanente de terror. (Boa Saúde)
Sônia Barros.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
UBM assina carta com movimentos sociais pelo Estado laico
Mulheres querem lista partidária com alternância de gênero
quinta-feira, 24 de maio de 2007
I CONFERENCIA REGIONAL PARA MULHERES
O depebate aconteceu de forma coesa, decisiva e fortalecendo ainda mais a união entre as mulheres, nós da UBM núcleo Itabuna, conseguimos garantir vaga como delegada (Sônia Barros), para participar dos debates na II Conferencia Estadual de politicas publicas para mulheres, que será realizada nos dias 10,11 e 12 de junho, onde várias entidades representativas estarão debatendo assuntos pertinentes ao universo feminino e as perspectivas para transformar em realidade as propostas que serão votadas na conferência nacional sobre políticas públicas para mulheres.
O tema que mais atraiu a atenção de todas e todos, foi sem dúvida a questão da violência sofrida pela mulher e a preocupação com a necessidade de cobrar das autoridades, que seja realmente aplicada da Lei Maria da Penha, uma grande conquista que precisamos garantir.
A união brasileira de mulheres/ núcleo Itabuna (UBM) enviou a esta conferência 20 representantes que participaram de maneira significativa nos debates em grupos, com certeza, o encontro foi positivo pois a plenária estava repleta de mulheres e homens comprometidos em transformar, informar, divulgar e lutar por um mundo mais fraterno e igualitário.
Um mundo de iguais é possível!!!
SONIA BARROS
COORDENADORA
terça-feira, 22 de maio de 2007
UBM
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Uma luta para mulheres e homens
Conferência Nacional Sobre a Questão da Mulher neste momento?Liège Rocha: O 11º Congresso do Partido aprovou o novo Estatuto, que estabelece a realização periódica da Conferência Nacional sobre a Questão da Mulher “para elaborar e implementar políticas sob a ótica de gênero, consoante com as demandas da emancipação da mulher e sua participação na luta transformadora, bem como na vida partidária”. E, cumprindo esta deliberação, a Comissão Política Nacional do Comitê Central convocou a Conferência para os dia 29 a 31 de março deste ano, em Brasília. A Classe Operária: O regimento prevê uma cota de 30% de homens na Conferência. Qual o significado desta atitude?Liège Rocha: Na verdade o documento que convocou a Conferência indicou que “no mínimo 30% e no máximo 50º da delegação estadual sejam de homens”. Isto se deve ao fato de o Partido ter como objetivo fazer com que a luta pela emancipação da mulher seja assumida pelo coletivo partidário, rompendo assim com a idéia de que esta é uma questão que diz respeito apenas às mulheres. A Classe Operária: O PCdoB propugna por uma corrente “emancipacionista” no seio da luta feminista. Quais as principais diferenças desta corrente para as demais?Liège Rocha: A UBM é a expressão da corrente emancipacionista que entende que a opressão específica da mulher caminha e se desenvolve entrelaçada com a opressão social, de classes, e que a mulher sofre opressão “enquanto ser sexual e ser social”. A UBM pauta a sua atuação levando em conta a dupla dimensão da opressão de classe e gênero e persegue a construção do socialismo. No movimento feminista existem diversas concepções, como a que defende a autonomia em relação a partidos, sindicatos, instituições. Algumas se manifestam como se as mulheres fossem uma “classe social”, que podem promover uma revolução se chegarem ao poder; não consideram a luta de classes como fator determinante, e engrossam a corrente dos que acham que o movimento por si só basta. Há ainda as “sexistas”, que colocam a defesa do direito de decidir sobre o próprio corpo como o centro de sua atuação, enquanto outras se pautam só pela conquista dos direitos formais, traduzindo assim uma visão reformista. Ainda permeia o movimento feminista a distinção entre as que defendem a luta geral e as que defendem a específica, esquecendo que uma não pode prescindir da outra. Leia mais clicando no titulo.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Uma luta complexa e prolongada
O PCdoB é o primeiro partido político no Brasil a tomar este tipo de resolução. A luta pela emancipação das mulheres, para nós comunistas, é uma tarefa de todo o coletivo partidário, e não uma questão que se circunscreva apenas à luta das mulheres.
Vivemos numa época em que cresceu muito a participação e importância das mulheres na atividade econômica, política, social e cultural da humanidade. Elas têm se destacado em todos os terrenos. Por outro lado, apesar de ter havido progressos no campo da legislação, procurando aproximar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, essa igualdade de direitos consagrada na lei acaba não valendo na vida. Evidentemente que na sociedade atual – e não somente na brasileira – prevalece em seus costumes, em sua superestrutura cultural, institucional e política, toda uma concepção machista, na qual há uma divisão sexual no trabalho e a prioridade do trabalho domestico é da mulher. Portanto, mudar o atual status quo dominante de séculos não é uma tarefa fácil e simples.
No Brasil, se levarmos em conta o texto da Constituição de 1988, obtivemos avanços importantes na luta pela ampliação dos direitos das mulheres. Com o advento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, conseguimos dar outros passos importantes neste sentido. Destaco aqui, como um desses passos significativos a criação da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres. A ministra Nilcéia Freire, aqui presente, capitaneou este processo. Esta mesma secretaria já realizou a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres, está aplicando um Plano Nacional de políticas para as mulheres e uma série de outras iniciativas voltadas para enfrentar os graves problemas da dura realidade de violência contra a mulher, das concepções discriminatórias de opressão e de desigualdade que ainda vigoram em nosso país. Leia mais clicando no titulo
