segunda-feira, 28 de maio de 2007
Meninas vendem sexo por R$ 10,00 à beira da estrada
A violência de gênero
A violência tem resultados devastadores para a saúde reprodutiva da mulher, além de afetar seu bem-estar físico e mental. Além das lesões físicas, a violência aumenta o risco, em longo prazo, de que a mulher tenha outros problemas de saúde, incluindo dores crônicas, incapacidade física, abuso de drogas e álcool, e depressão. As mulheres com histórico de agressão física ou sexual também correm maior risco de ter uma gravidez indesejada, de contrair uma infecção sexualmente transmitida e de sofrer um resultado adverso em sua gravidez. No entanto, as vítimas de violência que buscam atendimento de saúde têm necessidades que os profissionais de saúde não reconhecem, não investigam e não sabem como abordar.
A violência contra as mulheres adultas e jovens inclui a agressão física, sexual, psicológica e econômica. É conhecida como violência "de gênero" porque resulta, em parte, da condição subordinada que a mulher ainda tem na sociedade. Muitas culturas mantêm crenças, normas e instituições sociais que legitimam e, portanto, perpetuam a violência contra a mulher. Os mesmos atos que seriam punidos se perpetrados contra um empregador, vizinho ou conhecido, com freqüência permanecem impunes quando perpetrados contra as mulheres, especialmente dentro de uma mesma família.
Duas das formas mais comuns de violência contra a mulher é a agressão de seu parceiro íntimo masculino e a coerção ao sexo, seja na infância, adolescência ou idade adulta. A agressão do parceiro íntimo também conhecido como violência doméstica, maus-tratos ou espancamento da esposa é quase sempre acompanhado de agressão psicológica e, de um quarto a metade das vezes, também de sexo forçado. A maioria das mulheres que são agredidas por seus parceiros é violentada repetidamente. Na verdade, os relacionamentos abusivos desenvolvem-se geralmente em um ambiente permanente de terror. (Boa Saúde)
Sônia Barros.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
UBM assina carta com movimentos sociais pelo Estado laico
Mulheres querem lista partidária com alternância de gênero
quinta-feira, 24 de maio de 2007
I CONFERENCIA REGIONAL PARA MULHERES
O depebate aconteceu de forma coesa, decisiva e fortalecendo ainda mais a união entre as mulheres, nós da UBM núcleo Itabuna, conseguimos garantir vaga como delegada (Sônia Barros), para participar dos debates na II Conferencia Estadual de politicas publicas para mulheres, que será realizada nos dias 10,11 e 12 de junho, onde várias entidades representativas estarão debatendo assuntos pertinentes ao universo feminino e as perspectivas para transformar em realidade as propostas que serão votadas na conferência nacional sobre políticas públicas para mulheres.
O tema que mais atraiu a atenção de todas e todos, foi sem dúvida a questão da violência sofrida pela mulher e a preocupação com a necessidade de cobrar das autoridades, que seja realmente aplicada da Lei Maria da Penha, uma grande conquista que precisamos garantir.
A união brasileira de mulheres/ núcleo Itabuna (UBM) enviou a esta conferência 20 representantes que participaram de maneira significativa nos debates em grupos, com certeza, o encontro foi positivo pois a plenária estava repleta de mulheres e homens comprometidos em transformar, informar, divulgar e lutar por um mundo mais fraterno e igualitário.
Um mundo de iguais é possível!!!
SONIA BARROS
COORDENADORA
terça-feira, 22 de maio de 2007
UBM
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Uma luta para mulheres e homens
Conferência Nacional Sobre a Questão da Mulher neste momento?Liège Rocha: O 11º Congresso do Partido aprovou o novo Estatuto, que estabelece a realização periódica da Conferência Nacional sobre a Questão da Mulher “para elaborar e implementar políticas sob a ótica de gênero, consoante com as demandas da emancipação da mulher e sua participação na luta transformadora, bem como na vida partidária”. E, cumprindo esta deliberação, a Comissão Política Nacional do Comitê Central convocou a Conferência para os dia 29 a 31 de março deste ano, em Brasília. A Classe Operária: O regimento prevê uma cota de 30% de homens na Conferência. Qual o significado desta atitude?Liège Rocha: Na verdade o documento que convocou a Conferência indicou que “no mínimo 30% e no máximo 50º da delegação estadual sejam de homens”. Isto se deve ao fato de o Partido ter como objetivo fazer com que a luta pela emancipação da mulher seja assumida pelo coletivo partidário, rompendo assim com a idéia de que esta é uma questão que diz respeito apenas às mulheres. A Classe Operária: O PCdoB propugna por uma corrente “emancipacionista” no seio da luta feminista. Quais as principais diferenças desta corrente para as demais?Liège Rocha: A UBM é a expressão da corrente emancipacionista que entende que a opressão específica da mulher caminha e se desenvolve entrelaçada com a opressão social, de classes, e que a mulher sofre opressão “enquanto ser sexual e ser social”. A UBM pauta a sua atuação levando em conta a dupla dimensão da opressão de classe e gênero e persegue a construção do socialismo. No movimento feminista existem diversas concepções, como a que defende a autonomia em relação a partidos, sindicatos, instituições. Algumas se manifestam como se as mulheres fossem uma “classe social”, que podem promover uma revolução se chegarem ao poder; não consideram a luta de classes como fator determinante, e engrossam a corrente dos que acham que o movimento por si só basta. Há ainda as “sexistas”, que colocam a defesa do direito de decidir sobre o próprio corpo como o centro de sua atuação, enquanto outras se pautam só pela conquista dos direitos formais, traduzindo assim uma visão reformista. Ainda permeia o movimento feminista a distinção entre as que defendem a luta geral e as que defendem a específica, esquecendo que uma não pode prescindir da outra. Leia mais clicando no titulo.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Uma luta complexa e prolongada
O PCdoB é o primeiro partido político no Brasil a tomar este tipo de resolução. A luta pela emancipação das mulheres, para nós comunistas, é uma tarefa de todo o coletivo partidário, e não uma questão que se circunscreva apenas à luta das mulheres.
Vivemos numa época em que cresceu muito a participação e importância das mulheres na atividade econômica, política, social e cultural da humanidade. Elas têm se destacado em todos os terrenos. Por outro lado, apesar de ter havido progressos no campo da legislação, procurando aproximar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, essa igualdade de direitos consagrada na lei acaba não valendo na vida. Evidentemente que na sociedade atual – e não somente na brasileira – prevalece em seus costumes, em sua superestrutura cultural, institucional e política, toda uma concepção machista, na qual há uma divisão sexual no trabalho e a prioridade do trabalho domestico é da mulher. Portanto, mudar o atual status quo dominante de séculos não é uma tarefa fácil e simples.
No Brasil, se levarmos em conta o texto da Constituição de 1988, obtivemos avanços importantes na luta pela ampliação dos direitos das mulheres. Com o advento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, conseguimos dar outros passos importantes neste sentido. Destaco aqui, como um desses passos significativos a criação da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres. A ministra Nilcéia Freire, aqui presente, capitaneou este processo. Esta mesma secretaria já realizou a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres, está aplicando um Plano Nacional de políticas para as mulheres e uma série de outras iniciativas voltadas para enfrentar os graves problemas da dura realidade de violência contra a mulher, das concepções discriminatórias de opressão e de desigualdade que ainda vigoram em nosso país. Leia mais clicando no titulo
terça-feira, 15 de maio de 2007
Mulheres precisam mais do que leis para participar da política
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Adolescentes negras ficam mães cada vez mais cedo
Vida de Helenira Resende vira livro
Alice Portugal propõe conteúdo sobre direitos da mulher no ensino médio
Alice destaca que ''trazer para o conteúdo curricular do ensino médio o papel da mulher nas diversas etapas da história da humanidade, os motivos e a luta do seu ingresso no mercado de trabalho, as razões econômicas das diferenças salariais entre homens e mulheres, levará inequivocamente a uma maior compreensão de que uma sociedade emancipada não pode manter em subordinação nenhum de seus membros''।
A deputada sugere ainda, dentro do conteúdo da disciplina, ''destaque para as biografias de mulheres como Berta Lutz, Francisca (Chiquinha) Gonzaga, Anita Garibaldi, Maria Quitéria, Luiza Mahim, dentre outras que formam a galeria honrosa de mulheres que ousaram inovar no Brasil''.